A Nudez nos Rituais Pagãos

A maioria dos pagãos, e logo os wiccanos, praticam os seus rituais “vestidos de céu”, ou seja, nus.
A nudez é a condição mais natural em que o corpo humano pode ficar.

A Igreja muito fez para criar sentimentos de culpa sobre a figura humana desnuda. Tais emoções distorcidas, não naturais, perduram até hoje.

A nudez ritual é usada pelo seu valor simbólico: a nudez mental, espiritual e física perante os deuses simboliza a sinceridade, confiança, pureza e fé.

Isto pode parecer estranho para muitos ocidentais, levados pelo puritanismo da tradição judaico-cristã… onde nudez é pecado e sexo é sujo!

A nudez ritual era prática de muitas religiões antigas, não é uma ideia nova.

 
O entendimento do poder feminino e da natureza é a base da Wicca, esse poder está presente desde os primórdios da humanidade.
A nudez e o sexo são elementos divinos em várias culturas antigas.

Os Índios norte-americanos, polinésios, índios do Amazonas e muitos outros povos de várias culturas não utilizam vestes para fins religiosos e enxergam na prática sexual um elemento sagrado.

O corpo, em especial o das mulheres, é venerado e não como objecto de prazer e consumo, mas sim como portador de uma dádiva, a capacidade de conceber e gerar vida.

Cobrir o corpo é parte da ideia de reprimir o AMOR e sexo

Como ganhar dinheiro em dólar.

Nessa altura do campeonato, a não ser que você estivesse vivendo em Marte, já deve saber como anda a situação do dólar em relação ao real nos últimos meses. Por causa disso, essas 5 ideias para ganhar em dólar podem cair perfeitamente na sua situação! Se cada dia seu salário vale menos e a tão sonhada viagem ao exterior fica alguns centavos mais cara, o que se multiplica para cada um dos dólares que você gastaria e se torna uma montanha de dinheiro, tá na hora de mudar a chavinha.

Você já pensou em tentar trabalhar com o outro lado? Se o dólar está lá no alto e nosso real está valendo cada vez menos, ganhar em dólares seria uma ajuda e tanto. Seja no Brasil ou fora dele, ganhar em uma moeda mais forte é sempre uma coisa boa. Usando essa linda que é a internet, você pode continuar com seu emprego normal e ainda fazer alguns bicos para ganhar em dólar – e em euro, libras, você escolhe. Aqui listei alguns trabalhos simples, que não exigem uma preparação enorme e são relativamente menores e mais fáceis. Muitos deles nem pagam muito bem, especialmente se você ainda tiver poucas habilidades no que está querendo fazer. Mas, se você tiver paciência e for talentoso, pode ter uma ajuda legal no orçamento. E, quem sabe, você pode até migrar totalmente para o trabalho remoto.

Para quase todas as ideias, você precisa saber ao menos um pouco de inglês (esse post pode te ajudar!) e ter algumas habilidades, é claro. Nada que você não possa aprender e ir melhorando aos poucos.

A ideia te atrai? Então vem com a gente!

5 IDEIAS PARA GANHAR EM DÓLAR

SEM SAIR DE CASA

Traduzir textos para português 

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Se você sabe falar outra língua além do português e tem facilidade com a escrita, você pode começar a pegar pequenos trabalhos que pagam por palavra ou texto em sites de freelances. Normalmente os valores não são muito bons, e por isso mesmo eles não podem pagar um tradutor profissional. Se você não estudou sobre isso, aconselho que você só pegue trabalhos mais pontuais, e não traduções complexas que só profissionais capacitados conseguem lidar direitinho. Mesmo com os valores baixos, da forma que a cotação do dólar anda e de acordo com a sua velocidade em realizar as tarefas, o valor pode valer a pena pra você.

O maior contra desses sites costumam ser, justamente, o valor que você pode cobrar. Para começar no site é complicado, porque você não tem nenhuma referência e precisa trabalhar por preços bem abaixo do seu normal para ganhar certa reputação. Se você não tem nenhuma outra ideia a vista e tempo livre, vá em frente.

Alguns sites que você pode se cadastrar: Upwork – Guru – Freelancer

Analisar websites

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O User Testing é um site que você pode revisar a usabilidade de um site por voz – em inglês. Quando surge um trabalho, você vai até lá, ativa seu microfone e sua câmera e fala sobre tudo que você está fazendo e pensando no site. Eles querem a opinião de pessoas leigas mesmo, para ver o quão fácil está para você se cadastrar, para entender o negócio que o site está propondo, como as pessoas estão reagindo aos botões etc.

A premissa dele é bem legal e, em cada análise, que dura mais ou menos 20 minutos, você ganha 10 a 15 dólares. Mas são tantas pessoas cadastradas no site que você precisa ficar sempre de olho para aceitar as propostas rápido, antes que outra pessoa pegue.

User Testing

Vender fotos online

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Você tem uma câmera legal, um celular com boa resolução e um olhar legal para fotografia? Talvez você consiga tirar uns trocados vendendo fotos em bancos de imagem. É claro que ser fotógrafo exige muito, muito mais do que apenas uma câmera e um olhar, mas empresas e pessoas buscam fotos de todos os tipos de coisa nesses sites. Sério. Estude um pouco sobre fotografia na internet, entenda qual o estilo que você gosta, pratique bastante e tente entender a arte da edição de fotos. Também é importante procurar sites que não retenham os direitos da sua foto, porque assim você pode disponibilizar a mesma foto em vários lugares e, se tudo der certo, receber de mais de uma fonte. :)

Algumas sugestões: Alamy – 500px – Fotolia – SmugMug

Vender apresentações – e outras coisas de design

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Uma coisa relativamente comum que designers, planejadores e outras pessoas com essas ~habilidadjis~ acabam fazendo para ganhar um dinheiro extra é começar a vender ícones, fontes, layouts de apresentações em Keynote ou Powerpoint, layouts de blogs e outras coisas de designque, muitas vezes (não todas!), não precisam nem ser atualizadas. Você coloca no site e só fica ganhando dinheiro de forma passiva quando alguém compra seu produto.

Esse é um dos trabalhos mais legais e mais bem remunerados nessa lista. Mas, com razão, ele também exige que você já tenha bastante habilidade com algumas ferramentas. Os ganhos dependem da qualidade do seu trabalho e da forma que você vai responder a questões e lidar com o feedback, é claro. Os sites para esse tipo de coisa são infinitos, mas aqui tem alguns para você começar a pesquisar:

99Designs – Theme Forest – Graphic River – Dribble

Encontrar um emprego remoto

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Esse aqui é o mais complicado deles – mas que pode te trazer bons frutos a curto e longo prazo.Você pode encontrar um trabalho remoto para fazer absolutamente qualquer coisa: ser o assistente pessoal de alguém, planejar viagens, ser o designer de uma empresa, ser o programador de um site, cuidar da conta digital de uma marca… existem milhares de opções, e você tem chances de se encaixar em algumas delas. O desafio, como em qualquer outra possibilidade de trabalho, é como você vai se destacar e mostrar como você é melhor que todos os outros concorrentes.

Muitos desses trabalhos remotos não se importam com o horário que você está trabalhando, e às vezes é até melhor trabalhar de noite por causa do fuso de alguns outros lugares. Então, em muitos casos, dá pra equilibrar o trabalho ao vivo com o remoto sem problemas.

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Já mandei uma lista de sites para encontrar trabalho remoto para todas as pessoas que assinam nosso mailing (assina aqui!), mas aqui vão alguns deles:

We Work Remotely – Remotive.io – Working Nomads – TalentBoard  – FlexJobs

Agora que você tem algumas opções para trabalhar pela internet e começar a ganhar em dólares,pesquise bastante sobre qual é a que tem mais a ver contigo. Se uma delas te interessou muito, não é só se cadastrar no site e ficar torcendo para conseguir trabalho. Vá pesquisar, aprenda mais sobre aquele tema, se dedique a se tornar um profissional legal mesmo nesse part time job.

Existem milhões de fontes de conteúdo e informações gratuitas na internet para você aprender e se tornar um profissional melhor em qualquer área. Você só precisa procurar por elas :)

Fonte: (Pequenos Monstros)

Amo comprar! Mas pagar… Confissões de uma compulsiva.

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Olááá! Vieram saber como eu me afoguei em uma dívida com meu próprio pai?? Vamos lá.
Tenho que dizer que comprar sempre foi uma paixão e uma terapia.
E não é só roupa não, eu sempre amei comprar qualquer penduricalho, eletronico, sapato, maquiagem, enfim, qualquer coisa que estivesse na minha frente.
E lá estava eu, no shopping, com o cartão do papai, ele tinha liberado, não falou o quanto eu poderia gastar. Então linda e poderosa, eu fui comprando. (NÃO FAÇAM ISSO)                     tumblr_n4uxqcsixw1slhkaxo1_500

Continuando… Algumas coisas eu não achava, achava mais bonita ou mais barata na internet. Então pedia por lá, blz cherrie, mas pedia cada peça separadamente, o que não me dava uma noção de quanto estava gastando.
Novamente, NÃO FAÇAM ISSO!
Quando ele foi olhar o cartão, eu tinha gastado muito, mas muito mesmo.
Eu poderia ter comprado celulares, notebooks, uma moto até.
Enfim… Agora o pato ficou pro meu noivo pagar, até porque eu não trabalho, e ele vai chegar tarde sempre. #sadbuttrue

A pior coisa mesmo é que eu, mesmo depois de ter passado por todo esse perrengue, continuo querendo comprar várias coisas que vejo na minha frente (quase comprei uma agora a pouco)
Isso, minhas queridas e queridos, é uma pessoa consumista a ponto de ser compulsiva.

Deixando a tristeza de lado, já chegaram vááárias coisinhas lindas aqui, e toda vez que chega algo, eu esqueço a tristeza, abro as caixas e morro de felicidade com minhas roupas, sapatos, acessórios e maquiagens novas, que depois mostrarei aqui. =>.<=

Então, pensando nisso que eu lembrei de um grande ensinamento da minha diva mor, Blair Wadorf.

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Quem disse que dinheiro não traz felicidade, não sabia onde fazer compras!

Espero que tenham aprendido a lição com meu maravilhoso erro, um beijo pro6!

#RT #Petisco de Cultura – Mostra no MASP apresenta trabalhos de pacientes psiquiátricos

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“Os homens são tão necessariamente loucos, que não ser louco seria uma outra forma de loucura” – Blaise Pascal

Em 1974, o doutor Osório César doou 102 desenhos de pacientes do Hospital Psiquiátrico do Juquery, que ficava em Franco da Rocha, São Paulo, para o Museu de Arte de São Paulo. Mais de quarenta anos depois, as obras voltam ao espaço de exibição do MASP com o título Histórias da Loucura. A mostra fica disponível para visita até dia 11 de outubro e reúne a centena de desenhos classificados como “arte bruta” e feitos antes de 1964 com lápis de cor, giz de cera e materiais simples de criação artística.

Juquery foi inaugurado em 1898, mas apenas em 1956 o manicômio ganhou uma Escola Livre de Artes Plásticas. Liderado por Osório até 1964, o próprio um crítico de arte, a seção de artes do sanatório não superava os problemas do modelo de tratamento psiquiátrico no Brasil. Na realidade, Juquery é tido como um dos maiores exemplos de como surgiram e declinaram os manicômios no país.

Instituições para loucos são comumente associada à ditaduras. Quando o regime militar assumiu o comando no Brasil pós-golpe, havia 74 sanatórios em nosso território nacional. O número saltou para 395 quando o regime caiu, em 1985. É conveniente para governos totalitários determinarem quem é maluco, pelo visto. As políticas de saúde mental foram modificadas por aqui nos ano 1990 até serem extintos os centros. Isto torna estes registros artísticos algo bastante importante, pois tornam-se visões distantes de eurocentrismo, nada próxima de cânones e, sim, marginalizadas na história da arte.

Leia este trecho escrito por Adriano Pedrosa, retirado da brochura da mostra: “A loucura, que já esteve associada à liberdade e ao êxtase, passou a ser tomada como doença e foi relegada ao asilo, como condição que deveria ser moralizada, culpabilizada e reprimida”. Esta frase é uma conclusão vinda do livro “Histórias da Loucura”, de Michel Foucault, considerado um marco da filosofia.

Osório se negava a acreditar que os desenhos eram algo diferente de obras de arte. Via nas manifestações criatividade pura, o que dialogava com a visão de arte bruta enquanto algo feito sem preocupações acadêmicas por alguém tido como maníaco ou uma personalidade obscura. Antes de irem parar no MASP, parte das obras desfilaram em Paris em exposição de arte bruta mundial na primeira metade do século passado.

Mais informações sobre horários e serviço aqui. Confira algumas imagens da mostra abaixo.

As próximas imagens são de Albino Braz, o mais prolífico dos pacientes de Osório:

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Pedro Cornas:

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Pedro dos Reis (a primeira imagem do post é do mesmo artista):

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O. Doring:

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Anônimo:

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Geraldo Simão:

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Fonte: IDEAFIXA

Minha opinião: Achei tudo brilhante, me deu vontade até de ir Hospital para saber se tem mais artistas assim. Pois como diria nosso querido Raul: “A arte de ser louco, é jamais cometer a loucura de ser um sujeito normal.”

Povo chato!

 

Estava passando  pelo Instagram da Vogue hoje, e eu fiquei pasma quando vi essa foto sendo elogiada.

Lembram quando no começo do ano a Rihanna colocou um vestido transparente e todos reclamaram dizendo que era vulgar?

Bem, não deixo de concordar que era vulgar, no entanto, por que o tal vestido da Rihanna era vulgar e esse da Beyoncé é lindo? Me pergunto isso, mas vou deixar a resposta pra vocês.

Por que tanto endeusamento e de outro lado, tanto preconceito? Vamos tentar entender…

#PetiscodeCultura – Falando sobre igualdade entre gêneros…. #HeforShe

Que a Emma Watson é linda, maravilhosa e diva, todos sabemos, né?
Mas agora, além de tudo isso, ela é embaixadora da ONU e começou a uns meses atrás uma campanha super legal, o HeforShe, que eu peço a colaboração de todos…
Para explicar sobre ela, eu chamo nossa querida…. Emma Watson, claro!

Ela mandou muito bem, né? E isso não é algo que se assina e fim… O HeforShe é uma campanha que temos que viver. Temos que parar de nos rebaixarmos, ou de nos elevarmos socialmente, economicamente ou de qualquer outro modo a outras pessoas pelo gênero sexual dela… Nós nascemos diferentes sim, mas nós temos algo em comum, somos humanos. Todos temos a capacidade de pensar e agir, igualmente. Pode parecer contraditório, mas a igualdade está em aceitar as diferenças do outro. Em respeitar, pois todos somos humanos.

Vamos terminar com esse último vídeo!

Quem quiser ajudar, visite o site da HeforShe na ONU – Clicando aqui! –

Sobre Pandora Hearts, Oz, Alice, Xerxes e outros que você vai reconhecer…

Charles Lutwidge Dodgson, mais conhecido pelo seu pseudônimo Lewis Carroll foi um romancista, contista, fabulista, poeta, desenhista, fotógrafo, matemático e reverendo anglicano britânico… Você deve o conhecer pela sua famosa obra Alice no País das Maravilhas, que para sempre e sempre será minha obra favorita.
Lyman Frank Baum, mais conhecido como L. Frank Baum foi um escritor, editor, ator, roteirista, produtor de cinema e teosofista norte-americano… Você deve o conhecer por sua obra “O mágico de Oz”.

Carrol e Lyman foram vanguardistas, e suas obras influenciaram muitas outras… Incluso a que eu irei falar hoje: Pandora Hearts.

Mas comecemos aos poucos… Por que falar deles? Simples, eles quem começaram com todo esse estilo nonsense na literatura… E comecemos pelo meu personagem favorito:

Xerxes Break (ザークシーズ ブレイク, Zākushīzu Bureiku) é um valete do Ducado Rainsworth e é conhecido como o membro mais poderoso de Pandora; tendo a Corrente Legal do Chapeleiro Maluco. Apesar de não ser um Baskerville, Break nasceu como uma criança “da catástrofe” e, portanto, também possui os poderes que vem junto com este título, ainda que um pouco mais fraco.

Como podemos ver, ele é o Chapeleiro Maluco!
Eu não poderia ter pedido um personagem melhor! Excêntrico, engraçado, misterioso, forte e ainda assim, continua gentil e leal a Sherryl até o fim.

Para mim, ele foi o melhor… O que nos leva ao Gato de Cheshire!

Cheshire (チェシャ猫 (チェシャ), Chesha Neko, lit. Gato Cheshire) É uma corrente que vive em uma dimensão criada a partir das memórias de Alice. Ele se assemelha a uma forma humana do Gato de Cheshire de Alice no País das Maravilhas. Cheshire era realmente o gato de Alice de 100 anos atrás. O sino no pescoço dele guarda as memórias de 100 anos atrás, que é mais tarde tomado por Break. O gato de Cheshire é uma corrente única por não necessitar de contratante e não existir no Abismo. Inicialmente acreditava ser um servo fervoroso da Vontade do Abismo, porém mais tarde descobre-se que ele está tentando proteger as memórias de Alice que ela abandonou, a fim de impedi-la de sofrer quando ela se lembrasse delas.

 Outra referencia a Alice no País das Maravilhas! Mesmo que ele esteja muuuuito mais magro, né? haha

Cheshire era realmente o gatinho da Alice no anime, e na história original, ele era alguém muito bem informado, coisa que mantiveram no anime, até porque Cheshire era o único que sabia tudo o que havia acontecido em todos aqueles séculos.

Bem, de Cheshire vamos para… Alice!

É uma complexa referencia…

A Alice é a referência mais complexa que temos… O nome dela obviamente se refere a Alice, e o fato de nessa nova vida ela querer desbravar tudo sozinha…
Mas espere… Temos outra referência aí! Sim, existem duas Alices… A mãe delas foi mandada ao abismo e teve as filhas lá! Mas mandou somente uma de volta… Ou seja, a Alice vermelha ficou na Terra e a Branca no abismo… A vermelha tinha o poder de controlar qualquer corrente na Terra e a Branca tinha o poder de criar qualquer corrente que a Alice desenhasse!

Por muito tempo eu estive procurando a minha personagem favorita do conto de Lewis Carrol, em Pandora Hearts, mas achava impossível que ela não tivesse sido posta!
E agora percebo que deixei escapar… Todo esse tempo, a rainha vermelha e a rainha branca estavam lá! E claro que minha favorita sempre foi a vermelha <3

Finalizando…

Oz = Jack wtf

Vou finalizar com o Oz! … Que no final de tudo era o Jack (?) qqq

Bem, por mais complicado que tudo isso seja, foi um ótimo mangá, e um bom anime… Recheado de referencias de peso! Não tinha como ficar ruim….

Sobre a Obra…

Desde o final do século XIX, na Europa, alguns dos autores infantis vinham questionando o teor das histórias infantis: pregavam que deveriam ser menos violentas e apresentar personagens mais criativos – já que as velhas figuras dos contos de fadas tinham se tornado desinteressantes. Defendiam, ainda, que a função dessa literatura era divertir e entreter – não moralizar; esse papel cabia àfamília e à escola.

A esta corrente adere o americano L. Frank Baum. Em maio de 1900 lança O Maravilhoso Feiticeiro de Oz, que logo se transforma num dos maiores sucessos editoriais da História.

Sua obra marcou de tal forma que o autor viu-se obrigado a produzir sucessivas continuações, dando início a uma série que, continuada por outros autores, longe está de encontrar um desfecho!

Partido Populista? … Eu?

Relações com a política…

Em 1964, Henry M. Littlefield foi a primeira pessoa a declarar que “O Maravilhoso Feiticeiro de Oz” não era apenas um livro infantil, mas sim uma alegoria ao Movimento Populista ocorrido nos Estados Unidos da América no fim do século XIX. Littlefield publicou um artigo chamado “The Wizard of Oz: Parable on Populism.” no diário estado-unidense chamado “American Quaterly.” Desde então, a teoria da relação do livro com o Partido Populista (Populist Party) vem sendo ensinada nas escolas e faculdades estado-unidenses.

Além de Henry M. Littlefield, muitos outros especialistas em política e história estado-unidenses dizem que o livro é muito mais do que um conto infantil, afirmando que Lyman Frank Baum era um seguidor do Partido Populista, e que esse autor usou o livro para defender o principal ideal desse partido, que era introduzir a prata como moeda de circulação no país, quebrando a hegemonia do ouro – ouro este que era escasso e estava quase que completamente sob o domínio dos donos das indústrias, que, por sua vez, eram na maioria membros do Partido Republicano.

Existem inúmeras interpretações para o que Lyman Frank Baum demonstra com o livro, entre as interpretações mais comuns estão que Dorothy é do estado de Kansas, pois na época era um estado completamente rural onde o Partido Populista era forte, devido a presença de muitos fazendeiros. No livro, Dorothy usa sapatos prateados, que significam a prata pisando no ouro, já que toda a estrada era feita de tijolos dourados.

O Espantalho representa a figura comum de um fazendeiro estado-unidense, que é considerado “sem cérebro” pelas elites industriais mas mesmo assim consegue ajudar a solucionar problemas que surgiram durante a jornada do livro.

O Homem-Lata representa o trabalhador das indústrias do nordeste dos Estados Unidos da América, pessoas exploradas por ricos empresários, que já não tem mais sentimentos e não fazem nada na vida além de trabalhar para ganhar pouco.

O exército de macacos comandado pela Bruxa do Oeste representa os nativos e índios da América do Norte. Em vários trechos do livro podem ser encontradas falas dos macacos onde os mesmos dizem que antes da chegada do homem, eles viviam num reino de paz, sem ter que trabalhar nem servir a ninguém.

Sim, esse é o Aslan

E finalmente, o Leão representa o maior nome do Partido Populista, William Jennings Bryan. Um homem muito bom em falar em público, convencendo e persuadindo pessoas sobre a suas idéias, mas que na hora das eleições nunca provou ser realmente forte como parecia. Bryan concorreu a presidência cinco vezes consecutivas e não venceu nenhuma delas.

A interpretação mais comum do fato de que o autor Frank Baum, que era adepto do Partido Populista, ter criticado William J. Bryan em seu livro, é que na última vez em que se candidatou para a presidência dos Estados Unidos da América, Bryan deixou o Partido Populista para se candidatar pelo Partido Democrata, o que contribuiu para o fim do Partido Populista estado-unidense.

Enfim, espero que tenham gostado (E que tenham conseguido terminar de ler porque admito que esse post foi grande), mas espero que tenham aprendido bastante, até a próxima! <3

#Petisco de cultura – Oriente médio e igualdade de gênero

Oi gente!! Esse post é só uma introdução para o próximo que estou preparando, mas aí vai…

No Oriente Médio, dizer o nome da mãe publicamente é uma vergonha, ofensa.Se aqui, o costume é dizer “Filho da Puta”, lá, dizer o nome da mãe é a própria ofensa.

Acontece que por causa desse tabu, os nomes dessas mulheres são esquecidos com o tempo, junto de suas identidades, e a vida delas passa a ser resumida como “a mãe do filho mais velho”, “a mãe do filho mais novo”.

Em celebração ao Dia das Mães, que no Oriente Médio é comemorado 21 de março, a UN Womenem parceria com a Impact BBDO Dubai, lançou uma campanha para encorajar homens e mulheres a honrar o nome de suas mães substituindo a foto de seus perfis no twitter pelo nome delas e usando a hashtag #MyMothersNameIs.

Existem muitos obstáculos a superar para alcançar a igualdade de gênero por lá, incluindo o acesso de mulheres à educação, direito de trabalho, participação na vida pública, fim da violência contra mulher e o próprio direito do nome não estar associado a vergonha.

A peça central da campanha ‘Give Mom Back Her Name’ é um filme que viralizou no Facebook e YouTube. Em menos de 24 horas, ele foi o segundo mais compartilhado no Facebook em todo o mundo, com mais de 25 mil ações.

– Fonte –